23 outubro 2005

O tempo...

Não me diga que horas são
Quero viver cada momento em si
De forma que o próximo só possa ser bom.

Não permita que eu saiba dos dias
Eles não existem mais para mim
E sim, somente o que foi feito faz o que ainda vai existir.

Não posso olhar para o passado
E continuar a fazer rodeios
sem aprender a viver, afinal.

Não posso olhar para o futuro
E continuar sentado nessa cadeira
Invejando os ponteiros do relógio, que sempre são, estão e agem.

Quero ser a chuva
Sempre em ação
(seja como for)


Quero ser o vento
E suas eternas boas mudanças
(seja frio ou calor)

Na lei
Quero ser vítima e réu
(sem privilégios a granel)

Ver o mundo, e torcer pelo bem
Ver os meu braços, e trabalhar também.
E não mais transformar a chuva da tarde
Em lágrimas ardentes de verdade.

Então, não me diga que horas são.
Não me importa: vivo na eternidade.
Luis Gustavo D. Pereira

12 comentários:

Anônimo disse...

Mew, q poema reflexivooo...

Se o mundo pensasse assim, as coisas seriam melhores!
Vc e o seu bom gosto para com as palavras...

Adorei....

Bjinhos!

Karol disse...

Ah! O tempo, passa e não volta...
Um grande abraço!

Anônimo disse...

E ae
bom primeiro deixa eu falar onde eu achei o seu blog né hehe, foi no orkut na comu "Blogger "blogspot.com" aí resolvi passar aki pra comentar, seu blog ta mto bom... dahora.. mto legal as coisas que vc posta aki... depois da uma passada lá no meu... bele.. flws

Edgar Borges disse...

viver é isso,companheiro. que a eternidade seja presente e futuro.
ou como vi no filme CAsamento Grego: nao deixe que seu passado determine quem vc é, mas não esqueça dele (ou algo parecido).

Anônimo disse...

Oi Luis Gustavo!
Belo poema sobre o inefável tempo...é de sua autoria? Muito bem escrito!
Quanto a Noala, não será possível dar o seu sugerido presente (picanha, hummmm....), porque infelizmente hoje ela veio a óbito, pra grande triteza de toda equipe. De qualquer forma, obrigada pelo comentário e pela visita, apareça sempre! Um abraço,

Calliope (wwww.callianteia.blogger.com.br)

Anônimo disse...

Luis Gustavo, achei teu blog atraves de um comentário seu no blog do Edgar, gostei daqui viu? Gostei do poema sobre o tempo, o tempo que é tão cruel comigo, nossa! O senhor tempo... O que fazer a não ser esperar as hs certas!? Um beijo carinhoso!

Ronaldo Santos disse...

Que lindo! Queria ser assim!

Que eu tenha tempo pra ter tempo!

Anônimo disse...

Olá Gustavo!!
Aqui neste poema, você simplesmente descreveu a vida de todos nós...Os desejos de todos nós.
Lindo teu blog..Linda tua alma.
Parabéns

Camis disse...

O tempo perguntou para o tempo se é muito tempo que o tempo tem.
o tempo respondeu pro tempo que é muito tempo que o tempo tem.
beijinhos!

Anônimo disse...

Olá Gustavo! Tudo em paz?
Maravilhoso o que você escreveu...
Viver cada momento, olhar para o presente, o HOJE, o interior...
Mas é tão inevitável pensar sobre o futuro, não é mesmo? Rs...
Obrigada por sua visita ao Navegar, gostei muito da reflexão que você fez por lá! Adoro suas palavras...
Beijos, fique com Deus e muita paz pra ti.
Ótimo final de semana!

Edgar Borges disse...

Daí, tu vai passar uma eternidade mesmo sem postar de novo?

Anônimo disse...

É isso cara. Adorei esse post, tu tem q escrever com mais frequencia eim?

Grande Abraço.