Sai a nossa moça
E passa na praça
A graça da Raça!
E não dá licença
A paixão-desavença
Da sua presença
E, de quando em quando,
Eu ando pensando
Vagando, buscando,
Fingindo, cumprindo
Caindo, sorrindo
No se do ensejo
Com esse desejo
De roubar-lhe um beijo,
Um beijo, um beijo
Não sou sertanejo
Mas tiro o chapéu
P'ro seu manuel
O fazedor de pastel
É ele o destino
Da doce felino
Que vai pela frente
Cantando contente
Andando, pensando
Vagando buscando,
Sorrindo, cumprindo
Abeça de pressa
A regressa promessa
De voltar outra vez.
Luis Gustavo D. Pereira
5 comentários:
Ai que lindo!
Adoro poemas que de um simples passar da moça fazem um estardalhaço! Parecem poemas crônicas!
Novamente, como sempre, adorei!
Adoro-te!
Bjinhus Poéticos!
Show!
Assim que começa!
Daqui a pouco já posso ver nas prateleiras das livrarias!
Um grande abraço!
a paixão é tão carnal, não?!
que delícia.. gostei muito
beijos
Rah
Oi é o Danilo do msn, bem eu achei seu blog bem legal, e vc tambem, seja muito feliz e viva em paz.
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