08 outubro 2009

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[Escrevi este bem antes da reviravolta de entrar na FAB, um pouco antes de sair do SENAI de bicicleta, num dia não muito amistoso, e levar em torno de 40 min até chegar em casa. É-me de singular representação, pois a lembrança que encerra traz também muita gratidão por tudo o que tem acontecido.]

"O tempo era duro,
Com suas diárias batalhas...
Eu tentava construir um futuro
Juntando dos sonhos as migalhas...

O dia estava feio
E mandava fina garoa errante.
No coração, um simples anseio...
Fora dele, somente o frio cortante...

Mas havia uma chama a arder,
Sabida e não vista por todos os folclores...
Era a esperança a prometer
A chegada de dias melhores...

Então, mesmo com um pouco de estresse
No frio, eu caminhava sozinho...
A chama cresceu, fiz uma prece...
Alegrado, segui mais quentinho."

Luis Gustavo D. Pereira

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